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17 (e 18) de julho de 1982 Chegamos dia 17, no fim da tarde (16:00), pela caminhada, na intenção de atravessar até o Vale dos Frades. Continuamos abrindo o caminho, mas bivacamos aqui. Se este livro não tiver mais inscrições nossas no dia 20, será sinal de que o devemos ter conseguido. Cor de sol e noite muito bonitos, mas durante o dia (ambos), o cume está envolto em neblina. Lástima! Gratificante para mim (Eugênio) chegar mais uma vez (estar mais uma vez, bivacar mais uma vez) a este cume. Sem mais a declarar, firmamo-nos,
14 de setembro (12:00) 1986 No final de semana passado demos a primeira investida subindo 100 metros e encordando. Ontem dia 13 subimos pelas cordas deixadas na semana passada e fomos direto tentar o cume, depois de escalarmos a tarde toda chegamos a um excelente platô no qual bivacamos confortavelmente. Hoje bem cedo continuamos a conquista chegando enfim no cume. É uma escalada que nos enganou porque pensávamos que fossem sequências de fissuras e inves delas encontramos uma sequência de chaminés, não sendo técnica porém pesada. É uma escalada difícil e merece o 6 grau.
16 de maio de 1989 Enfim chegamos a este conhecido cume por essa explêndida via. Novembro do ano passado tentamos, mais uma tempestade nos fez descer na quinta enfiada. Foi uma noite fria que tivemos nesta ocasião. Agora o tempo está demais, quase sem nuvens. Acordamos cedo e logo começamos a escalar. Três horas e meia foram suficientes para alcançarmos o grampo da quinta enfiada. Depois a escalada continuou e chegamos ao cume às 2 e meia da tarde.
17 de maio de 1989 Chegamos novamente neste cume. Hoje não se vê nada e cai uma garoa. Vamos descer rapidinho.
Rio 25 de Julho Belíssima escalada que me deu acesso ao cume pela primeira vez à este cume. A noite não está fria, apesar de ser inverno. Grau 7/A3. Vou descer para relaxar.
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